sexta-feira, 3 de julho de 2015

Ele..., e Nós?


Foto de Aparecida Ramos.

Aprendamos com Ele!

O que dizer de ALGUÉM que foi perseguido de morte aos dois anos de idade, carregou toras e serrou madeiras na adolescência, não teve privilégios sociais, nem morada certa. Era mais 'necessitado' que as aves e as raposas, porque essas possuíam um lugar para repousar, mas Ele, não.
Foi exaltado solenemente e rechaçado como poucos. Foi expulso de ambientes sociais, zombado publicamente e visto como escória do mundo.
Pessoas quiseram apedrejá-Lo. Foi chamado de impostor. Muitos O julgaram indigno de viver. Além de tudo isso e muito mais, Ele possuía a mais aguda consciência de que o SISTEMA era doentio e controlador.
O que esperar de uma pessoa com esse histórico? Humor depressivo, ansiedade, pessimismo desenfreado, irritabilidade exacerbada. Entretanto, jamais se viu alguém com tamanha serenidade e otimismo.
Era tão tranquilo que tinha a coragem de dizer às pessoas que aprendessem com Ele o caminho da mansidão e da paciência. Era tão feliz e bem-resolvido que teve a coragem de convidá-las a beber do seu prazer de viver.
Apesar de toda avalanche de estímulos estressantes, não culpou ninguém por sua miséria exterior. Compreendia que por trás de alguém que O frustrava havia uma pessoa decepcionada com a vida.
Sabia proteger sua emoção. Exaltava o que tinha e não reclamava do que não tinha. Jesus foi um artesão da emoção. Em meio à sua intensa atividade, era capaz de parar para observar as pequenas coisas, os pequenos detalhes da vida. Apreciava festas e diálogos prolongados. Sabia, com perfeição, contemplar o belo. Ele passeou, transitou com suavidade e elegância pelo teatro da vida.
(Baseado nas ideias/texto de Augusto Cury)

Bom dia, Caríssimos/@s!!!!

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