domingo, 24 de agosto de 2014

Quem Vai Pagar o Preço?





Quem Vai Pagar o Preço?

CRETINO, NOJENTO, MONSTRO ASSASSINO!!!
(Só alguns pensamentos)




Por que tanta segurança para um bandido dessa espécie?

Será que a proteção é a mesma quando se trata do cidadão comum?  Vivemos em um país que usa "dois pesos e duas medidas" no momento da aplicabilidade da lei. O programa que protege (testemunhas, por exemplo) ou deveria proteger segundo a legislação, "esbarra na falta de verba e em entraves burocráticos que impedem sua expansão". No entanto, para um criminoso "montado na grana", o estado disponibiliza todo aparato policial, deixando as vítimas e seus familiares ainda mais revoltados e decepcionados.

Colocá-lo entre os outros presos para que fizessem com ele o mesmo que ele fez 

com algumas de suas vítimas, já seria o suficiente. Ele, logo deixaria o presídio e 

seria um a menos a dar despesas à sociedade. E "suas" vítimas passariam a 

respirar mais aliviadas, sabendo que o mesmo não mais seria uma ameaça 

às outras mulheres.

Quem vai pagar o preço de quem teve a saúde física, e psicológica e a reputação 

violadas?

Quem vai devolver a "integridade", a paz interior e a harmonia familiar ou os laços 

nos relacionamentos que esse crápula nojento destruiu?

Não existe nenhum valor pecuniário que o estado ou alguém pudesse oferecer, 

que fosse capaz de "compensar" pelo menos em parte, tamanho prejuízo!
*****************http://www.isisdumont.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=4933058

Relatos de vítimas:

"Ele me violentou quando eu estava sedada, só que eu acordei alguns minutos antes e consegui me desvencilhar e fazer o exame de corpo de delito. Fui a vítima que teve a prova cabal contra ele porque tive esse documento. Eu fiquei dois anos sem sair de casa, com pânico desse homem."

Roger Abdelmassih, estuprador em série, tinha um método –atacava as próprias pacientes, mulheres que desejavam ardentemente se tornar mães e que buscavam sua clínica de reprodução, no elegante bairro dos Jardins, em São Paulo, onde ele se fazia chamar de “Doutor Vida”.

“Doutor Vida” não se esgueirava por esquinas escuras atrás de suas presas. Elas vinham até ele. Não lhes arrancava as roupas. Elas é que se despiam para ele, o especialista que daria a cada uma a chance de ter filhos. Da mesma forma, o médico não se escondia depois de seus crimes. Em vez disso, desfilava orgulhoso pelos salões de festas paulistanos, adulado pelos ricos e poderosos (algum deles pediu desculpas?).









“É difícil você encarar um homem que fez o que ele fez. Nós sabemos de detalhes do que ele fez com mulheres que é terrível. Pacientes que retalharam as coxas porque era onde ele pegava, mulheres que apanharam dos maridos, que foram abandonadas.”

“A defesa dele dizia que eram mulheres frustradas que não conseguiam ter filhos que estavam entrando contra ele e que poderiam estar confundindo as coisas. Ele me agarrou e eu estava lúcida, e eu engravidei de gêmeas dentro da clínica dele, então, eu derrubo a defesa dele. Não tem defesa. Ele é safado, ele é estuprador, ele é um monstro sim.”

"Eu quero que ele apodreça na cadeia. Que ele viva muito para apodrecer e pensar e pagar por tudo que ele fez com a gente."

                                 

Pois foi esse estuprador em série, condenado a 278 anos de prisão pela Justiça de São Paulo, que mereceu do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, em 2010, o inimaginável direito de recorrer da sentença em liberdade. E ele, que burro não é, previsivelmente, fugiu.
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Um comentário:

  1. Boa pergunta: "Quem vai pagar o preço?"... Belíssimo post! Parabéns!
    Beijos e apareça.

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