segunda-feira, 6 de abril de 2026

"ENFIM, POSSO FALAR" (não por acaso)

 

Olá...

paz e bem a todos!

Eu estou bem graças a Deus!

Apesar do tempo, das faltas injustificáveis, estou aqui. Vim matar as saudades...

Sou muito grata por cada visita e comentário, mesmo estando eu tão ausente, mas sem a intenção, nem desatenção para com nenhum de vocês. Pelo contrário: além de gratidão, sinto um carinho, afeto e verdadeira amizade por todos que me leem e marcam minha página singela, deixando comentários lindos.

Hoje também lhes trago uma novidade!

O título não é sobre a postagem acima, mas sobre meu atual projeto literário:

- uma Coletânea de histórias reais, histórias de mulheres, contadas por elas mesmas.

São 30 participantes, entre elas: mães solteiras, microempreendedoras, mulheres negras, uma mãe atípica, mulheres com deficiência física (uma cadeirante), algumas profissionais da educação, uma mulher (de minha cidade) formada em Filosofia pela UFRJ etc.

São mulheres "que não escrevem" a grande maioria. Digo que se trata de um projeto ousado, pioneiro, que abre espaços para que elas possam falar, e ser ouvidas com respeito, sem julgamentos, nem preconceitos. São relatos de alegria, de dores, conquistas, decepção, lágrimas, superação, amores e (des) amores entre outros...


Enfim, Posso Falar – um sonho que nasceu da vontade e da necessidade de oportunizar vez e voz para outras mulheres... Mulheres “invisíveis”, silenciadas, tantas que nunca tiveram espaço para falar da própria história.

Mulheres que aprenderam a transformar o silêncio e a dor em palavras e libertação. São páginas carregadas de significados e reflexões, trazendo em cada linha o sopro, o suspiro, a angústia e a dor sufocadas, o sorriso tímido ou vibrante, as lágrimas espontâneas ou disfarçadas, resultados das decepções ou das conquistas...


Vozes silenciadas se juntam no mesmo lugar, entoando uma sinfonia de esperança, de força e fé no Criador e nelas mesmas, trazendo à tona relatos de sentimentos, emoções, segredos, experiências... jamais vistos antes.
Um resgate bastante relevante das vivências ainda que, de “mulheres que não escrevem”.
A partir de agora nenhuma memória será esquecida, nem se apagará...

As histórias emergiram do fundo do baú e ganham fôlego mundo afora. 

Acredito que, quando a mulher ousa enveredar pelas sendas da escrita, já não caminha mais sozinha. Simplesmente essa mulher descobriu seu próprio ancoradouro, seu ponto forte; aprendeu a usufruir da própria companhia.

 

Espero que gostem da novidade e torçam por nós!

Carinhosamente:

Aparecida Ramos

https://isisdumont.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=8570078

P.S.: Daniele Souza (cujo nome está na imagem de capa) é participante e colaboradora na digitação e revisão. Ela é professora, jornalista, escritora entre outros...

 

 

 

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