segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Os casais não querem mais ter filhos, para poder gozar a vida! Depois do aborto veja a que ponto chega a sociedade.


crianca-internada
Criança internada
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No último mês de setembro morreu na Bélgica a primeira criança por eutanásia.

A notícia não poderia ser mais estarrecedora.

A informação foi prestada pelo presidente da Comissão Federal para a Eutanásia, Wim Distelmans.


Em 2014, o Parlamento Socialista da Bélgica aprovou uma lei iníqua que permite que os médicos pratiquem a eutanásia;

Eufemismo para não dizer assassinar – em crianças com doenças ditas incuráveis e que causam muito sofrimento. 

A lei permite que os menores procurem a eutanásia. 
Mas as crianças que serão sacrificadas teriam que “possuir a capacidade de discernimento”. 
Que criança, nos tormentos das dores, será capaz de discernir se quererá ou não ser morta?


A eutanásia existe na Bélgica desde 2002, quando o governo socialista daquele país a aprovou para os anciãos.

O número de mortes por eutanásia na Bélgica está subindo rapidamente, com um aumento de 25% em 2012.


Estudos recentes indicam que até 47% de todas as mortes assistidas não estão sendo relatadas;

32% de todas as mortes assistidas estão sendo feitas sem pedido e  enfermeiros estão a matar seus pacientes sem o conhecimento dos médicos.

Alguns especialistas belgas estão a apoiar a extensão da eutanásia para crianças com deficiência, porque eles dizem que isto já está sendo feito.
Os mesmos médicos especialistas sugerem que a extensão da eutanásia vai resultar num aumento de 10 a 100 mortes por ano.
Tudo isto causa uma enorme insegurança entre as pessoas.


Na Holanda, um dos primeiros países a aprovar a eutanásia, os idosos cruzam a fronteira e vão se tratar na Alemanha onde a lei da eutanásia não é tão radical.

Agora, também a criança doente se sentirá gravemente ameaçada.

E ela pensará se a sua existência não será um peso para a família e que seus pais, mediante conselho pernicioso de um médico, não venha a terminar com a sua vida.
A eutanásia é, a seu modo, uma consequência do aborto.


O aborto trouxe um enfraquecimento da família e é praticado pelas mesmas razões;

Ou seja, o casal não quer ter filhos para poder gozar mais a vida, divertir-se livremente, ir à praia etc. 

Sem ter o trabalho de cuidar de crianças.
A criança executada pela eutanásia “alivia” a família de gastos com hospitais e do trabalho de acompanhamento familiar naquele momento crucial.
Então se mata o filho ou a filha e em seguida vai divertir-se.


Como isto é diferente daquela mãe ou pai que passam noites sem dormir;

Rezando pela recuperação da saúde de seu filho ou filha, ao lado de seu leito de dor, consolando-a, dando forças para suportar os sofrimentos!

Os outros filhos olharão para os pais e dirão: como meus pais são maravilhosos, como eles são dedicados. 
A minha mãe é uma heroína, acompanhou o meu irmãozinho até o fim. Que exemplo!
É neste momento de sofrimento que a família se une melhor; há maior solidariedade entre as pessoas.
Contudo, não são assim os pais que matam os seus filhos.


Eles buscam principalmente o prazer, o gozo da vida.

Procuram eliminar qualquer forma de sofrimento.

Eles são o fruto de uma sociedade descristianizada.
Para eles não importa o quinto mandamento que diz “não matarás”, assim como os demais.


Prevendo a eutanásia para crianças, em 1936…


Na coluna “7 dias em revista” do Legionário, n. 212, de 4 de outubro de 1936, Plinio Corrêa de Oliveira comentava um fato então pioneiro: 

Em Perth (Austrália) um pai matou o próprio filho por motivos de saúde.

Transcrevemos a seguir o texto na íntegra:


“Pela primeira vez, desde que o mundo se governa pelos princípios da civilização de Jesus Cristo, um pai mata seu filho por motivos de saúde.

Trata-se do Sr. Sullivan, de Perth, na Austrália, que levou a passear seu filho de três anos a quem prostrou inesperadamente com um tiro.
O próprio infanticida conduziu depois o pequeno cadáver à polícia, e declarou que a razão do crime que praticara era que seu menino sofria de moléstia incurável.
Não era lícito a esse pai desnaturado, matar o seu filho, qualquer que fosse o pretexto por ele invocado.
Mas façamos abstração disto, e consideremos a questão sobre outro aspecto. 
O Sr. Sullivan é “chauffeur”, portanto pessoa relativamente desprovida de recursos.
Será tão seguro que autorize o infanticídio o diagnóstico do médico de 2ª classe, a quem provavelmente o Sr. Sullivan consultou?
Será realmente incurável essa moléstia? 
Com os progressos que a medicina vem fazendo, não é bem possível que, daqui a alguns anos, o menino pudesse ser curado?

Em nada disto refletiu o Sr. Sullivan.
O Sr. Sullivan, em si, não interessa.
Sua atitude vale apenas como sintoma de uma civilização.
A tal ponto o mundo descristianizado está perdendo o senso da caridade;
Que diversos escritores europeus já sustentam a inutilidade e, mais do que isto, a nocividade dos estabelecimentos de assistência à infância doente.
Se a criança doente é um ser inferior, por que razão há de o Estado sobrecarregar-se com sua educação? 
Não seria melhor deixar morrer esses galhos quase secos, para que a seiva afluísse mais abundante, para os galhos sãos?
Se algum dia esse pensamento conquistar o mundo, os casos como o do Sr. Sullivan serão numerosíssimos.”
Nesse dia, a Igreja certamente já terá voltado para as catacumbas.
E, no Brasil, as pessoas do povo matarão seus filhos, não mais a conselho médico, mas por indicação de (satanistas)…”
Do Blog de Padre EmilioCarlos

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