segunda-feira, 18 de julho de 2016

Terror em meio à festa




Lágrimas vermelhas

Solo francês, encharcado;
A noite os cobriu com seu véu 
Era cinza, era triste, era pranto

Tudo que a lua observava lá do céu.

O asfalto tingido de vermelho 
Serviu de leito para homens e anjos 
De pálidas faces...
Vermelho ficaram os olhos 
que lhes acompanhavam.
A luz da lua, solidária, 
também ficou vermelha.
Em Nice e no Brasil...
Essa dor é igual!
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