Rio que poderia ser usado para abastecimento e lazer está entregue à poluição na Paraíba


UFPB afirma que mesmo com a desativação do lixão, ainda há fatores que agravam a situação do rio, como a habitação irregular de comunidades ribeirinhas




Após 12 anos de desativação, pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) afirmam que o lixão do Roger ainda é responsável pela poluição do Rio Sanhauá, que corta a Grande João Pessoa. O rio poderia ajudar populações que estão sem água, principalmente em um estado onde 88% das cidades estão em situação de emergência por conta da seca.

A UFPB afirma que mesmo com a desativação do lixão, ainda há fatores que agravam a situação do rio, como a habitação irregular de comunidades ribeirinhas.

A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), na Capital, negou que o espaço onde funcionava o lixão do Roger polua o Rio Sanhauá.

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