quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Lamentável! Deplorável!!! Infelizmente, morre-se por negligência em qualquer lugar!



Família acusa hospital de erro médico em morte de jovem com apendicite

Ana Carolina Cassino, de 23 anos, aguardou mais de 24 horas por cirurgia.
Conselho Regional de Medicina disse que vai abrir uma sindicância.


Parentes de Ana Carolina Cassino, de 23 anos, cobram explicação de um hospital da Unimed, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, após a morte de jovem neste domingo (17). Para a família, a demora de 24 horas para a realização de uma cirurgia de apendicite pode ter provocado o óbito. O Conselho Regional de Medicina (CRM) disse que vai abrir uma sindicância para apurar o caso.
Ana Carolina foi levada para a unidade quando começou a sentir dores fortes na barriga. Os exames confirmaram a suspeita de apendicite. No fim da noite, a jovem foi transferida para outra unidade, onde seria operada na tarde de sábado (16). Estranhando a demora da operação parentes decidiram procurar o chefe do CTI.
Segundo eles, o médico disse que pela idade e pelo que foi constatado nos exames a jovem poderia esperar até 48 horas. Especialistas, no entanto, dizem que apendicite é caso de urgência cirúrgica e que a operação tem que ser feita no máximo em seis horas.
Duas horas antes do procedimento, Ana Carolina começou a passar mal. “Ela começou a sentir muitas dores, começou a gritar de dor, porque chega uma hora que a medicação não consegue controlar. Ela teve uma hipotensão severa, que é a queda brusca da pressão”, contou o noivo, Leandro Nascimento Farias.
Quando a operação aconteceu, a infecção já tinha se espalhado pelo corpo. “Quando foi às 5h da manhã do domingo, a infecção a consumiu toda a ponto dela ter uma parada cardíaca e ela veio a óbito”, disse Leandro.
De acordo com o atestado de óbito, Ana Carolina teve um choque séptico, ou seja infecção generalizada. A família também diz que o hospital se negou a entregar o prontuário médico, alegando que era preciso uma ordem judicial.
Casamento marcado
A jovem, de 23 anos, era farmacêutica e estava com o casamento marcado para o fim do ano. "É complicado, é revoltante, eu tenho apenas 24 anos e já sou viúvo. Ela tinha 23 anos, tinha toda uma vida inteira pela frente, acabou dessa maneira estúpida”, lamentou Leandro Nascimento Farias.

A diretoria médica do Hospital Unimed-Rio informou que todo o processo de atendimento à paciente está sob apuração e que trabalha para esclarecer o fato o mais breve possível. A diretoria também disse que lamenta profundamente o ocorrido e que se solidariza com a família.
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