Transmissão da Copa de 1958...



Sidney,

Muitíssimo agradecido por este presente.  Um futebol diferente, não!?...
Poucas faltas cometidas.  Para cada falta, um pedido de desculpas.
Outras coisas:  bola atrasada (mesmo com o pé), o goleiro podia pegar com as mãos.   O time brasileiro não precisou recuar, quando assumiu a vantagem.  Jogo sem gandula.  Bola única.  Nossos jogadores escorregavam com frequência, o que deixa subentendido que não usavam as chuteiras adequadas. 
"A bola foi pra corner";  "A bola foi em direção ao arco".  Outra linguagem.  
Um jogo do século passado, aberto, sem malícia e sem polícia.
Talentos, à época, mal remunerados.  De todos esses jogadores, somente Pelé desfrutou as delícias do capitalismo, mas depois que se aposentou - jogava no Santos.  Pelo menos, deu início à onda de  valorização ($) dos nossos craques, com o que concordo plenamente.
Todos que se destacam por mérito têm um valor de mercado.  Exemplos:  um bom cantor, um arquiteto renomado, um showman...
Estes poderão ser remunerados enquanto viverem.  Atleta, não.    Sua finitude começa aos trinta.  Precisam ganhar muito e em pouco tempo.
Particularmente, pelo que assisti no penúltimo amistoso (contra o Panamá), os jogadores de nossa seleção parecem esquecer que são milionários.  Esforço e talento se somaram.  Espero que se conservem assim!...
Vai o meu abraço com votos de uma FELIZ COPA.
Fernando


 TRANSMISSÃO DA FINAL DA COPA DE 1958

É MONTADA DÉCADAS DEPOIS

Demorou 56 anos mas, desde a última sexta-feira, o torcedor brasileiro já pode ver, na íntegra e com narração em português, o primeiro título Mundial de sua história no futebol.
O responsável pelo resgate histórico foi o engenheiro Carlos Augusto Marconi, 64 anos, um especialista em telecinagem que montou um verdadeiro quebra-cabeças durante anos até concluir o trabalho em 2008. Só nesta semana, no entanto, por ocasião de uma reportagem do jornal "Folha de S.Paulo", o material foi disponibilizado no Youtube.
Para construir a transmissão da vitória brasileira por 5 a 2 diante dos donos da casa, a Suécia, o engenheiro utilizou áudio ambiente retirado de uma película inglesa,
com imagens obtidas em 2006 e narradas em russo. Ele as usou como base em vídeo e cobriu as imagens com áudios de rádios brasileiras.
O trabalho com o som foi ainda mais difícil. Além do áudio ambiente, ele queria usar narrações brasileiras da época. Mas os arquivos que obteve da Rádio Bandeirantes e da Rádio Nacional não tinham a narração completa. Cada um omitia uma parte do jogo. Por isso, ele resolveu juntar as duas. Como naquela época havia um narrador para cada lado do campo, a versão final ficou com quatro narradores. Faltou apenas um minuto do jogo para cobrir com o áudio, que ficou apenas com o som ambiente da partida.

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Muito obrigada, Fernando Freire, querido amigo, 
por compartilhar!



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